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Brasília modernista

Cobogó: o elemento que é a cara de Brasília

Inventado em Recife, adotado pelo modernismo e espalhado pelas superquadras: a história do cobogó e por que vale a pena preservá-lo.

Por Equipe Blz de Apê1 min de leitura

O cobogó cobre toda a extensão, o que intensifica o jogo de luz natural e as sombras geométricas projetadas no piso de taco e no restante do apartamento

O cobogó nasceu em Recife, nos anos 1920 — o nome junta as iniciais dos seus criadores, Coimbra, Boeckmann e Góis. Mas foi em Brasília que ele virou paisagem.

Luz, sombra e ventilação

O bloco vazado filtra o sol forte do cerrado, deixa o vento cruzar o apartamento e garante privacidade sem fechar a vista. Nas superquadras, ele aparece nas fachadas, nas áreas de serviço e nas escadas.

Preservar ou substituir?

Em muitos apartamentos, o cobogó foi fechado com vidro ou escondido atrás de armários. No retrofit, a gente faz o contrário: limpa, recompõe as peças quebradas e, quando faz sentido, ilumina.

Um detalhe que valoriza

Além de ser parte da identidade da cidade, o cobogó é um diferencial de venda: é a primeira coisa que os visitantes fotografam.

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